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quarta-feira, 21 de fevereiro, 2024
Por Vonúvio Praxedes
quarta-feira; 21 fevereiro - 2024

Vereador Chiquito Praxedes expressa novamente preocupação com a falta de distribuição de leite em Caraúbas

O governo do Rio Grande do Norte suspendeu o fornecimento do programa do leite para 22 cidades potiguares em setembro por tempo indeterminado

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O legislador Francisco Jacinto Praxedes (Chiquito Praxedes) – PP, destaca a falta da distribuição do Programa do Leite e que pode levar os atrasos à processos judiciais.

“É inadmissível a falta de leite, do Programa do Leite, para as crianças de Caraúbas, vamos novamente protocolar as instituições competentes para que essa problemática que está acontecendo em nosso município seja resolvida. Hoje, quero destacar uma preocupação que vem à tona devido a ineficiência da distribuição do Programa. Acredito que esta questão é crucial para o funcionamento adequado de nossa sociedade e deve ser abordada de maneira urgente”, frisou o edil Chiquito Praxedes.

A falta do Programa do Leite Potiguar (PLP) afeta cerca de 22 municípios do Rio Grande do Norte e Caraúbas é um dos municípios.

PROBLEMA

O governo do Rio Grande do Norte suspendeu o fornecimento do programa do leite para 22 cidades potiguares, dia 18 de setembro, por tempo indeterminado. A informação foi confirmada ao g1 pela Secretaria Estadual de Trabalho, Habitação e Assistência Social (Sethas).

Ao todo, 7.229 famílias deverão ficar sem o fornecimento do alimento, de acordo com a pasta. Cada família inscrita no programa tem direito a receber 5 litros de leite por semana.

De acordo com o governo, um laudo do Instituto de Defesa Agropecuária do Rio Grande do Norte (Idiarn) constatou “inadequação nas instalações” da indústria contratada para fornecer o leite para os municípios.

Segundo a Sethas, a paralisação foi necessária para que a indústria adeque os equipamentos da sua linha de produção às normas sanitárias.

“A medida é para proteger a saúde da população de 22 municípios que são atendidos pelo referido laticínio”, acrescentou a pasta.

“A produção só será retomada depois que a empresa fizer os ajustes para que o leite volte à produção nas condições adequadas exigidas pelas autoridades sanitárias”, informou por meio de nota.
Ainda segundo o governo, a empresa não pode ser substituída temporariamente por outro fornecedor, porque não há previsão sobre o tema no contrato.

Assessoria CP

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