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quarta-feira, 21 de fevereiro, 2024
Por Vonúvio Praxedes
quarta-feira; 21 fevereiro - 2024

Após declaração, Sindicato da educação no RN frita secretário da Fazenda

“Lamentável e desprezível”, reagiu o professor Rômulo Arnaud, ao ler as afirmações do secretário Carlos Eduardo Xavier

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Por meio das redes sociais o Sindicato dos trabalhadores em educação pública do RN publicou reportagem com duras críticas ao secretário Estadual da Fazenda Carlos Eduardo Xavier. Cadu está sendo fritado pelos líderes sindicais por ter afirmado que as contas do RN não permitem mais reajuste dos servidores e reforçou a crise financeira depois dos reajustes concedidos aos professores em 2022 e 2023, LEIA AQUI. Ao final a publicação do sindicato ainda critica o salário de Xavier.

Confira publicação do Sinte/RN:

Os três coordenadores gerais do SINTE/RN, professores Rômulo Arnaud, Bruno Vital e a professora Fátima Cardoso, se pronunciaram sobre as declarações do Secretário de Tributação do Governo do Estado, Carlos Henrique Xavier, que em entrevista publicada nesta terça-feira, 1 de agosto, no jornal Tribuna do Norte, jogou no colo dos educadores e educadoras o problema fiscal do Rio Grande do Norte.

“Lamentável e desprezível”, reagiu o professor Rômulo Arnaud, ao ler as afirmações do secretário Carlos Eduardo Xavier.

“Como é a segunda vez que o Secretário faz essa afirmação e o núcleo do governo não o desautoriza, passamos a compreender que é uma posição da gestão e isso é muito grave”, disse Arnaud.

“O governo do Estado volta a dizer que a educação está quebrando o Estado. Mais uma vez o reajuste do magistério é colocado no centro do problema, quando na verdade o problema foi a queda na arrecadação”, criticou o professor Bruno Vital

“Vejo que essa preocupação do Governo pode ser externada, mas ela precisa vir acompanhada de uma medida para não prejudicar a categoria e a população”, comentou Fátima Cardoso

ALTOS SALÁRIOS DO ESTADO

O secretário Carlos Eduardo Xavier é auditor fiscal de carreira do Rio Grande do Norte, categoria privilegiada que tem o maior salário do serviço público do estado, passando dos R$33.000 (trinta e três mil reais), em quanto uma professora e professor ganha, em média, R$ 5.000 (Cinco mil reais).

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