31 out 2019

No RN 70,7% dos trabalhadores estão no comércio e serviço

Via Tribuna do Norte

Nos nove primeiros meses do ano, as empresas do setor de serviços no Rio Grande do Norte acumulam um estoque de 45% das pessoas empregadas com carteira assinada em todo o Estado. Isso significa uma massa de trabalhadores composta por 192.063 potiguares. Já o comércio é o segundo segmento com mais gente empregada, com 110.162 pessoas contratadas formalmente.

Juntos, esses dois setores respondem por 70,7% do estoque de empregos no Rio Grande do Norte, que, em setembro, chegou a 427,3 mil vagas ocupadas. No Estado, o comércio é o segundo setor que mais emprega. Tem mais de 192 mil trabalhadores. Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregado s (Caged), do Ministério da Economia, e constam na edição 45 do Boletim dos Pequenos Negócios do RN, um informativo trimestral elaborado pelo Sebrae no Rio Grande do Norte que traz os principais indicadores da economia potiguar e os reflexos para o segmento das micro e pequenas empresas. A publicação foi divulgada nesta quinta-feira (24) e traz, entre outros assuntos, uma análise completa do mercado de trabalho no Rio Grande do Norte.

O informativo pode ser conferido na íntegra no Portal do Sebrae (www.rn.sebrae.com.br), na seção ‘Estudos e Pesquisas’. De acordo com o estudo, o setor de serviços continua na liderança da abertura de novas frentes de trabalho no RN durante os nove primeiros meses de 2019. As empresas ligadas à prestação de serviço foram responsáveis por trazer para o mercado de trabalho formal um contingente de 2.986 potiguares.

O aquecimento do mercado de trabalho formal no RN foi o sétimo melhor da região Nordeste no acumulado do ano. Isso porque os estados de Alagoas e Sergipe apresentaram saldos negativos, em 2.240 e 1.065 vagas encerradas respectivamente, e a Bahia foi recordista em contratações, com um saldo de 38.002 vagas, seguida do Maranhão (9.418 vagas), Pernambuco (5.895 vagas), Ceará (5.090 vagas), Paraíba (4.674 vagas) e Piauí (3.299 vagas).

Segundo o estudo, as microempresas até agora têm segurado as baixas registradas no mercado de trabalho formal e foram as que mais abriram novas vagas até o terceiro trimestre do ano. As organizações desse porte criaram 4.987 novas vagas no RN e foram as únicas a ter um número maior de contratações frente às demissões. As empresas de demais porte todas tiveram baixas de empregados no acumulado do ano.

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