14 nov 2017

Guardas Civis de Mossoró cobram reajuste salarial e a saída do comandante por perseguição.

Um ato tímido. Cerca de tinta guardas civis municipais atenderam ao chamado do SINDGUARDAS para expor as demandas da categoria. Apenas o presidente do sindicato foi autorizado a entrar na sede do executivo municipal, mesmo a mobilização estando programada para acontecer na calçada da prefeitura.

Guardas realizam ato em frente ao Palácio da Resistência.
Depois de ofício encaminhado ao poder executivo foi confirmada uma audiência nesta terça-feira (14/11) a partir das 15h entre sindicato e equipe da prefeitura. Os guardas não descartam a possibilidade de greve. “Quem vai aprovar ou não a greve é a categoria e o tom da negociação que vai dar é a prefeitura”, disse Souza Júnior presidente do SINDGUARDAS. 
A Polícia Militar e agentes municipais de trânsito acompanhavam a mobilização do outro lado da calçada temendo a ocupação dos Guardas ao Palácio da Resistência.
Polícia Militar e Agentes municipais de trânsito acompanhavam a mobilização.
Outra demanda cobrada pela categoria envolve o descontentamento com Coronel Godinho, comando da Guarda. De acordo com o presidente do sindicato existe perseguição dos guardas por parte do comandante da GCM que chega a ser ditatorial: “Vamos reunir uma gama de denuncias de perseguição por parte do comandante e entrar na justiça”, pontuou Souza Jr.

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